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Willy Caminha
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Campo Grande (MS)
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Willy Caminha
OAB 25.312/MS
VERIFICADO
O Jusbrasil confirmou que esta OAB é autêntica
Comentários
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Willy Caminha
Comentário ·
há 5 anos
A diferença entre Emenda e Aditamento da Inicial
Rosângela Costa
·
há 8 anos
Ótima explanação Doutora, estou com um processo emblemático a qual já pedi opinião a três colegas sobre aditamento/emenda, pois fui intimado a aditar e nas tr~es explicações na minha cabeça não fecha pois cada um falou de maneira controversa.
Poderia humildemente me dar uma luz?
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Willy Caminha
Comentário ·
há 5 anos
[Modelo] Pedido de Revogação de medidas protetivas de urgência
Cairo Cardoso Garcia- Adv
·
há 9 anos
Conseguiram o que queriam, acabaram com o casamento. Trabalho com jovens e crianças há 21 anos eles não querem nem saber de constituir família ou se casar (ajuntar) vocês já conseguiram parabéns.
Proxima pauta em largo e veloz andamento os LGBTIS... acima do Homem , mulher, idosos ou crianças uma nova classe de vítimas da sociedade cruel, patriarcal ou matriarcal, agora seremos uma sociedade dominada pelos direitos, deveres e garantias dos coitadinhos LGBTS que cá pra nós só querem o bem de todos né?
Repito vocês já conseguiram destruir o casamento, PARABÉNS.
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Cairo Cardoso Garcia- Adv
Modelo ·
há 9 anos
[Modelo] Pedido de Revogação de medidas protetivas de urgência
Excelentíssima Senhora Doutora Juíza de Direito do 1 º Juizado Especializado no Combate a Violência Doméstica Contra a Mulher da Comarca de Manaus/ AM : REF. AUTOS: Nº: xxxxxxxxxxxxxxxx Odorico...
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Marllington Klabin Will
Comentário ·
há 9 anos
Qual é o instrumento adequado para revogar uma medida protetiva?
Canal Ciências Criminais
·
há 9 anos
Eis os dados. Na prática, mulheres agridem MAIS que os homens. Vejamos alguns dos mais respeitáveis estudos, quase sem divulgação. Em pesquisa com 3.200 adolescentes de 15 a 19 anos, alunos de 104 escolas públicas e particulares, de 10 capitais brasileiras, com todos os estratos sociais (classes A, B, C, D e E), realizado pelo Centro Latino-Americano de Estudos de Violência e Saúde Jorge Careli (Claves) da Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, informa publicação da Revista Época: “A conclusão é chocante. Nove em cada dez adolescentes afirmaram praticar ou sofrer violência no namoro. E quem mais bate são as meninas. Quase 30% delas disseram agredir fisicamente o parceiro. São tapas, puxões de cabelo, empurrões, socos e chutes. Entre os meninos, 17% se disseram agressores. Essa violência não distingue situação social. Metade da amostra é das classes A e B. “As meninas estão reproduzindo um padrão estereotipado do comportamento masculino”, diz uma das coordenadoras da pesquisa, KathieNjaine, professora do Departamento de Saúde Pública da Universidade Federal de Santa Catarina. O motivo das agressões é quase sempre o ciúme e a vontade de manter o parceiro sob controle. O estudo está no livro Amor e violência (Editora Fiocruz), lançado em agosto.” Na mesma matéria a revista informa: “Ainda não se sabe se esse tipo de violência sempre existiu ou se está aumentando agora. Há poucos dados sobre o tema de 20 anos para trás.” E continua: “É provável que parte da violência esteja ligada à mudança no papel feminino. Um levantamento com 320 adolescentes entre 10 e 19 anos, feito pelo Centro de Atendimento e Apoio ao Adolescente da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), sugere que 22% das meninas atendidas têm comportamento violento contra outras pessoas (sejam meninos, amigas, pais ou professores). Esse padrão só aparece em 12% dos meninos. `Parece que, ano a ano, a agressividade entre as meninas aumenta´, afirma a socióloga Miriam Abramovay.” (Disponível em: http://revistaepoca.globo.com/…/elas-batem-eles-apanham.html - acessado em 03/10/2014). Matéria publicada pela Redação do JC (Jornal da Cidade) (link ao final), embasado em Estudo da Unidade de Estudos de Álcool e Outras Drogas (Uniad) da Unifesp, com apoio da Senad (Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas), revela: “Mulheres agridem mais do que os homens durante as brigas de casais (Levantamento) - As mulheres brasileiras são mais violentas do que os homens durante as brigas de casal. A porcentagem de mulheres que agridem os parceiros é de 14,6%, enquanto o relato de homens que batem no sexo oposto é de 10,7%. Os dados fazem parte de um estudo realizado pela Unidade de Estudos de Álcool e Outras Drogas (Uniad) da Unifesp, com apoio da Senad (Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas). O 1º Levantamento Nacional sobre Padrões de Consumo de Álcool no Brasil compara o consumo de álcool com a agressividade dos parceiros. Em 9,2% dos casos, as mulheres confessaram que estavam embriagadas, mas os homens relataram que as parceiras beberam em 30,8%. Eles admitiram terem bebido em 38,1% dos casos, enquanto elas disseram que os homens estavam embriagados em 44,6% das agressões. Os dados mostram que o consumo de bebida alcoólica torna o homem mais violento. A pesquisa foi realizada com 631 homens e 814 mulheres de 1.445 domicílios em 143 municípios brasileiros, entre novembro de 2005 e abril de 2006.” (Disponível em: http://www.jornalcidade.net/rio-claro-noticias/… - Acessado em 03.10.2014) No Diário da Saúde outro levantamento revelador é baseado em estudo de Fernanda Bhona, na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em Minas Gerais: “Violência da mulher contra o homem Com um total de 480 participantes, a pesquisa apontou que 77% de um grupo de 292 mulheres com relação conjugal afirmam ter xingado, humilhado ou intimidado o parceiro, contra 71% das mesmas ações tomadas por eles. A agressão física do companheiro - tapas, socos ou chutes - foi assumida por 24% das mulheres. E, segundo as próprias mulheres, apenas 20% dos parceiros cometeram o mesmo tipo de agressão contra elas. Quando o ato violento deixa lesões, hematomas ou causa desmaio após a pancada, cerca de 13% delas são responsáveis pela ação, contra 9,5% das agressões masculinas infligindo danos às parceiras.” (Disponível em: http://www.diariodasaude.com.br/news.php… – Acessado em 03.10.2014). Poderíamos mencionar dados divulgados de estudos de muito outros países, mas por todos mencionaremos tão somente o título de uma publicação do que ocorre nos EUA: “Estudo de Harvard diz que 70 por cento da violência doméstica é praticada por mulheres contra homens” (Tradução do Google Tradutor. Disponível em: http://newscastmedia.com/domestic-violence.htm – Acessado em 03.10.2014). Estatísticas de mortes por violência doméstica retratam dados parecidos. A fonte básica reveladora dos homicídios no Brasil constantes nos Mapas da Violência advém do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde (MS). A política governamental menciona as escancaras o número de mulheres vítimas de violência doméstica, mas não ecoa de igual forma homens vítimas, um absurdo. Considerando o ano de 2010 as fontes (SIM/Datasus/MS) dão conta de um número absoluto de 52.970 homicídios no Brasil. Foram assassinados 48.493 homens e 4.477 mulheres, significa dizer que houve quase 11 vezes mais homens assassinados. Em termos percentuais nos é revelado pela mesma fonte que os homens representam aproximadamente 91,5% do total de vitimados, enquanto as mulheres figuram em 8,5% desse total. Desse total, “14,3%” de homicídios de homens foram causados por violência doméstica, enquanto “41%” de homicídios de mulheres causados também por violência doméstica. Tomados os dados dessa estatística governamental, um singelo cálculo aritmético revela quantas pessoas foram vitimadas, por sexo, em decorrência de violência doméstica, no ano de 2010, no Brasil: Violência doméstica = Percentagem de 14,3% do número total de homicídios de homens: 0,143 x 48.493 = 6.934 Violência doméstica = Percentagem de 41% do número total de homicídios de mulheres: 0,41 x 4.477 = 1.836 Total: 6.934 + 1836 = 8.770 Atingiu, nesse ano, 6.934 mortes de homens por violência doméstica, enquanto 1.836 de mulheres. Um percentual de 3,77 homens por mulher, de total de 8770 mortos. Bom tema para debate.
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